A APECOM, Agência Presbiteriana de Evangelização e Comunicação, é o órgão oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil que une dois ministérios, por definição, inseparáveis. A evangelização e a comunicação. Evangelho significa “boa notícia”, uma notícia especial que precisa ser divulgada a todos e em todos os lugares. Deus, em Sua graça, tem providenciado os meios pelos quais a igreja pode cumprir sua missão de proclamação. Esta é uma forma de entendermos o avanço tecnológico na área da comunicação.

Como se não bastasse o rádio, meio de comunicação que alcança milhões de pessoas nos mais remotos lugares da terra, a TV tem sido um eficaz meio de comunicação, aliando o som à imagem cada vez mais definida.

Todavia, o crescimento da comunicação não pára. A comunicação aliou-se à velocidade. Para atender esta exigência da pós-modernidade, a tecnologia viabiliza a cada dia mais ferramentas. O conteúdo que veicula na TV e no Rádio domina o espaço nos computadores e telefones celulares. A pergunta é: que conteúdo está sendo veiculado?

APECOM: anunciando e comunicando

A APECOM tem como vocação usar os meios de comunicação para anunciar o melhor conteúdo que possa existir, o evangelho. É o melhor conteúdo porque nunca fica ultrapassado, embora, paradoxalmente, nunca mude. É o melhor conteúdo porque pode transformar a vida das pessoas. É o melhor conteúdo porque tem resultados para além desta vida. Sendo assim tão valiosa, esta notícia precisa ser entregue a todos e em todos os lugares.

Como fazer?

A APECOM realiza cruzadas e simpósios conscientizando os crentes da missão de proclamarem com a vida e a palavra, a Boa Notícia de que Jesus é o Senhor e o Salvador. Mas, também, a APECOM proclama esta mesma mensagem por todos os meios disponíveis inclusive as chamadas mídias sociais como Twitter, Facebook, Youtube, Orkut, Digg e, certamente, outros que serão conhecidos nos próximos dias.

Desafios: contextualizar a comunicação

Os seminários presbiterianos continuam fornecendo líderes para as igrejas com excelente conteúdo teológico mas, evidentemente, o perfil destes líderes não é o mesmo que tínhamos na década passada. São pastores que já possuem seus equipamentos tecnológicos com suas múltiplas ferramentas.

É uma nova geração de pastores. Preparam seus sermões antenados na internet, ouvindo o som de uma rádio web, colhendo imagens e montando os textos e as apresentações que deverão ser exibidas no datashow, à medida em que ministra a mensagem aos crentes, reunidos para o culto público.

A mensagem ministrada estará disponível depois no site do próprio pastor ou de sua igreja. Um novo perfil de pastor tem se percebido, um “pastor virtual”. Vantagens e desvantagens das mudanças que vão ocorrendo podem ser discutidas, mas, não podem ser ignoradas.

É um mundo que não pára. O desafio da igreja é contextualizar sem empobrecer a mensagem. O velho e surrado evangelho nunca poderá ser mudado, sob pena de deixar de ser evangelho; mas, esta boa notícia sem sofrer danos, pode e deve ser anunciado por todo tipo de instrumento de comunicação. Afinal, não existe notícia, nem mesmo a “boa notícia,” que perdure se não for comunicada. Como as pessoas crerão em Cristo se alguém não O comunicar?